segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

SEXO ANAL: POR QUE OS HOMENS GOSTAM TANTO DESSA ENTREGA DA PARCEIRA?

 


O sexo anal é uma prática muito antiga, mais do que se imagina.

Acredita-se que as mais diferentes civilizações por todo o mundo se valeram da região anal como um objeto/fonte de prazer sexual.

Na Antiguidade, o sexo anal era utilizado também como o meio mais comum contraceptivo. A mais importante pesquisa no Brasil sobre a prática do sexo anal é da médica psiquiatra, professora da USP, Carmita Abdo, pelo Instituto Prosex, em 2004.



Os resultados da pesquisa apontaram que o sexo anal faz parte da vida de 28,4% dos homens, e de 15% das mulheres. Os números não deixam dúvidas: os homens brasileiros gostam muito de sexo anal.

Sexo Anal: Prazer ou Sacríficio?



A maioria esmagadora dos homens é que toma a iniciativa de sexo anal com a parceira.

Embora o sexo anal esteja mais presente entre os casais, muitas mulheres se recusam a essa prática em razão da dor e do desconforto.

Por outro lado, há sim as mulheres que desejam e sentem bastante prazer no sexo anal.


Em razão do ânus ser mais apertado que a vagina, a sensação de pressão é excitante para o pênis.

Daí vem o impasse, quando o homem gosta tanto do sexo anal e tem a grande expectativa de que a parceira queira agradá-lo.

No entanto, o que não é pode acontecer é a decisão de fazer sexo anal apenas para satisfazer o companheiro.



"O sexo anal só tem sentido se a parceira realmente desejar. Muitos homens insistem e a mulher, com medo de frustrá-lo e ser rejeitada por isso, se obriga. Nenhuma relação suporta tanto sacrifício." (fonte: Regina Navarro, psicanalista e escritora brasileira)


Desmistificando o Sexo Anal: Uma conversa necessária


O sexo anal é retratado como pre-requisito para manter e apimentar os relacionamentos. Essa ideia um tanto quanto romantizada só atrapalha.

De fato, sexo anal é para quem é adepto e gosta. Acima de tudo, é uma prática sexual entre adultos que precisa ser consensual.

A romantizatização do sexo anal pode levar a expectativas irreais e até mesmo a pressões indesejadas dos homens sobre os parceiras.


É fundamental entender que o sexo anal requer preparação adequada, diálogo e consentimento mútuo. Não é algo para ser realizado de forma impulsiva ou sem considerar os riscos envolvidos. A falta de preparação e cuidado pode resultar em desconforto, dor e até mesmo lesões físicas.

Além disso, é importante destacar que o sexo anal não é uma obrigação em nenhum relacionamento. Cada pessoa tem o direito de decidir o que é confortável e prazeroso para si mesma. A pressão para realizar práticas sexuais específicas, incluindo o sexo anal, é prejudicial e não deve ser tolerada.



Sexo Anal NÃO é presente!


Devemos promover uma cultura de respeito mútuo e consentimento em todas as interações sexuais. Isso significa aceitar as preferências individuais de cada pessoa e nunca pressioná-las a fazer algo com o qual não se sintam confortáveis.

Ninguém deve ser coagido a fazer algo que não queira e lembre-se que o consentimento também pode ser retirado a qualquer momento.


Mas por que os homens gostam tanto do sexo anal?


É provável que o seguinte pensamento tenha passado na sua mente: Por que meu parceiro quer tanto sexo anal se tenho uma vagina que funciona perfeitamente bem?

Se isso já lhe aconteceu, vale à pena descobrir por que os homens gostam tanto de sexo anal.



Vamos às possíveis causas



1- Para dizer que eles fazem sexo anal

Se existe a opção de fazer sexo anal porque não fazer? Simples assim. Para muitos homens, fazer sexo anal é mais um desafio cumprido que merece destaque.

2- O sexo anal faz com que os homens se sintam mais másculos

Praticar o sexo anal pode ser uma maneira do homem se sentir mais másculo e ter o statusde controle sobre a mulher.




3- Para se sentir dominante

Para alguns homens, ao praticar sexo anal com uma mulher, o homem está no controle total da situação. Sinal de poder dos machos alfas.

4- O ânus pode ser mais apertado

Como a região anal é revestida de músculos, a sensação de pressão sobre o pênis podeser bem maior que a da vagina, provocando mais prazer.

5- Medo da gravidez

A prática do sexo anal também é vista como um método contraceptivo.




6 - Para fugir do tédio

Para muitos homens, o sexo anal é simplesmente uma experiência emocionante, diferente, sem tédio.

7 - O sexo anal é um tabu a ser ultrapassado

Simplesmente, porque o sexo anal é uma tentação. Se refere à ideia de transgredir regras, fazer o que dizem ser errado.



8- Sexo anal como uma alternativa

Para alguns homens, o sexo anal é uma alegação para os dias em que a mulherestá menstruada

9- Sexo anal como algo que precisa ser experimentado

Uma experiência que merece ser vivida, mesmo que não goste no final.

10- Sexo anal como demonstração de amor

Muitos homens acham que se a mulher se dispõe a praticar o sexo anal, mesmo sentido dor, é sinal de que ela o ama o parceiro e quer vê-lo feliz

Decidiu Fazer Sexo Anal Por que Sente Vontade 
e Quer Experimentar Novos Vôos?




Perfeito!

Converse com seu parceiro. Combinem tudo:

  • o preparo da região anal com dedinho para facilitar a penetração - experimentem plug anal para iniciantes
  • a higiene antes e após o sexo
  • a escolha do lubrificante íntimo
  • o preservativo
  • a delicadeza - comecem com movimentos menos intensos
  • atenção ao clitóris - ele precisa ser estimulado em qualquer que seja a posição sexual
  • cuidados pós sexo - indispensáveis para vocês observarem se houve lesões. Acolha a parceira.



Fonte:

domingo, 4 de janeiro de 2026

PÊNIS / PAU: OS NOMES DO PAU - 1




O órgão sexual masculino goza do maior número de nomes dentre todos os objetos, ganhando, com apertada vantagem, apenas da sua transgênere, a vagina. São tantos os apelidos do pênis, num fálico desafio à generalização, que cada um deles parece querer um nome exclusivo. Porém, tão variados quanto as designações do “amiguinho”, são os seus tamanhos. Então, vale a pena aventar uma relação entre as alcunhas e as dimensões dos “abre-alas” ao longo da vida dele.


Ao “anjinho barroco” de um bebê, por conta de sua estatura e monofuncionalidade, cabem nomes tais como: “piu-piu”, “pipí”, “bingolim”, “bingulino”, “pingolim”, “tico”, “bigorrilho”. Isso porque, chamá-los de, por exemplo, “pilão”, “atrasa-bosta”, “arma-pra-boquete” ou “Picasso”, além de botar a carroça na frente dos bois, isto é, atribuir funções onde mal há forma, no nosso mundo politicamente correto pode suscitar desconfianças pedófilas. Ora, o que está implícito, digamos, no apelido “pirulito”? Então, paciência para não chamar o “pintinho” de “galo-véio” antes do tempo!


Na infância, surgem apelidos como “bilau”, “pingola”, “pinto”, pois a “torneirinha” que outrora apenas mijava nas fraldas, agora, um tanto mais desenvolvida e dona de suas próprias cuecas, pede novos nomes. Porém, não por muito tempo, pois o “tico” infantil logo dá lugar ao “pirú” adolescente que, com alguns centímetros e ereções à mais, atende melhor se chamado de “pau”, “piça”, “piroca”, “badalo”, “balangandã”. Nessa fase, o “Júnior” passa a dar um prazer especial, no mais das vezes onanístico, donde nasce o nome “palhaço”, constantemente escabelado, embora os pelos pubianos não formem ainda uma juba que justifique plenamente a expressão.



Porém, é na vida adulta que a “caceta” experimenta sua maior prolixidade de codinomes. O império do sexo muda tudo, e tem um epíteto, contudo espirituoso, embora advindo do mundo científico, que bem traduz essa revolução: “alavanca-de-Arquimedes”. No entanto, é devido á interatividade que o “plug-and-play” adulto pode se dar ao luxo de se chamar também “caralho”, “cacete”, “catso”, “pica”, “rola”, “vara”, etc. Aqui o tamanho importa muito na escolha do nome, pois, se pequeno, não faz sentido algum chamá-lo de “jeba”, mas talvez de “amigo”, quiçá de “alisa-que-cresce”. Já os maiores podem, e inclusive devem, ser chamados de, “tora”, “berinjela”, “tripé”, “mastro”, “capitão”, “Alexandre, o Grande”, e por aí vai.




A velhice, entretanto, começa quando a “benga” se reconhece melhor se chamada de “bengala”, “trouxa”, “borracha”, “invertebrado”, “geringonça”, “chonga”. Também é muito usual, nessa fase da vida, a “pila-murcha” ser chamada de nomes próprios, tais como, “Leopoldo”, “Roberlau”, “Bráulio”, “Olavo”, “Duval”, como se se tratasse de outra pessoa, com suas próprias vontades e limitações. Se bem que, hoje em dia, com o Viagra, qualquer “Judas” senil pode reencarnar o “Espírito-Santo” e ser chamado, ainda que por algumas horas, de “possante”, “cava-cova”, “almirante”. Em contrapartida, longe da farmácia, e na tranquilidade do lar, o “bagaço” idoso admite todos os nomes infantis supracitados.


Não é porque existe muitos nomes para o “pau” que, como diria Aristóteles, não há um ordem nessa joça. Auto lá! Só quem tem uma “neca” sabe do que ela pode e, sobretudo, do que não deve ser chamada. “Banana”, por exemplo, é um universal. Já “chave-de-mulher”, por sua vez, se aplica somente a parte dos “cipós”. Os tamanhos dos “documentos” também determinam suas graças. Porém, cada “espiga” experimenta, ela mesma – uma mais, outras menos -, uma evolução dimensional ao longo de sua própria jornada peniana. Por isso, acredito eu, seja esta a hierarquia mais genuína dos muitos nomes com os quais, do “tiquinho” ao “varizento”, chamamos o nosso “amigão”.





Fonte:



BIG BROTHER BRASIL 2026: PRIMEIRA ELIMINADA: ALINE RISCADO / ALINE CAMPOS

Aline Campos da Silva, anteriormente conhecida como Aline Riscado, é uma dançarina, atriz, apresentadora e empresária brasileira. Iniciou su...