quarta-feira, 15 de abril de 2026

UM BEIJO É SEMPRE UM BEIJO E SEMPRE ESQUENTA EM BAIXO

Beijar é bom, muito bom. Mas, quando surgiu o beijo? Quando nós, os humanos, começamos a nos beijar e nos excitar com o beijo? Questão difícil de resolver, mas o artigo a seguir dá algumas pistas sobre isso. Um amigo meu dizia “beija em cima e esquenta em baixo”, por isso escolhi fotos que ilustram bem essa frase. Divirta-se:

EM QUE MOMENTO DA HISTÓRIA OS HUMANOS COMEÇARAM A SE BEIJAR NOS LÁBIOS



Beijar na boca é um ato tão natural e comum em várias sociedades atuais que é facilmente banalizado.


Mas, na verdade, não está claro se as pessoas sempre se beijaram ou se isso só começou a acontecer em um passado relativamente recente.



O fato é que a história e os motivos do beijo são mais complexos do que se poderia imaginar.


Em artigo publicado na revista científica Science, analisamos quantidades significativas de evidências negligenciadas que desafiam as crenças atuais de que o primeiro registro de beijo romântico-sexual aconteceu na Índia, por volta de 1500 a.C..




Em vez disso, o beijo na boca foi documentado na antiga Mesopotâmia — atual Iraque e Síria — desde pelo menos 2500 a.C..



Isso significa basicamente que a história registrada do beijo romântico-sexual é pelo menos 1.000 anos mais antiga do que a data mais antiga conhecida anteriormente.




Por que nos beijamos?


Antropólogos evolucionistas sugeriram que o beijo na boca evoluiu para avaliar a adequação de um parceiro em potencial, por meio de sinais químicos transmitidos na saliva ou na respiração.



Outros propósitos sugeridos para o beijo incluem provocar sentimentos de apego e facilitar a excitação sexual.


O beijo na boca também é observado entre nossos parentes vivos mais próximos, os chimpanzés e bonobos. Isso sugere que o comportamento pode ser muito mais antigo do que as primeiras evidências atuais em humanos.



Algumas das fontes mais antigas que mencionam o beijo na boca podem ser encontradas em textos mitológicos sobre atos dos deuses que datam de aproximadamente 2.500 a.C..




Primeiros registros


Em um dos exemplos mais antigos, descrito no chamado Cilindro de Barton, um artefato de argila da Mesopotâmia com inscrições cuneiformes, diz-se que duas divindades tiveram relações sexuais e se beijaram: "... com a deusa Ninhursag, ele teve relações sexuais. Ele a beijou. E preencheu seu ventre com o sêmen de sete gêmeos".




Fontes posteriores, como provérbios, um diálogo erótico entre um homem e uma mulher e um texto jurídico, dão a impressão geral de que beijar no contexto do sexo, da família e da amizade era provavelmente uma parte comum da vida cotidiana em áreas centrais do antigo Oriente Médio, do final do terceiro milênio antes de Cristo em diante.


Ainda assim, parece que o beijo romântico-sexual na rua pode ter sido malvisto, e é possível que fosse praticado preferencialmente entre casais casados.




A sociedade provavelmente tinha uma série de normas sociais do tipo em relação ao comportamento ideal.




Mas o fato de tais normas existirem aponta para uma prática generalizada.





Único ponto de origem?





Evidências sugerem que o beijo na boca era praticado pelo menos no antigo Oriente Médio e na Índia.



Isso se contrapõe a observações prévias sobre a história mais antiga de beijo da humanidade.




Um manuscrito da Índia datado de cerca de 1.500 a.C., por exemplo, foi usado anteriormente para sugerir que o beijo foi trazido para o ocidente como uma prática cultural de lá.



As evidências mais antigas da Mesopotâmia indicam que podemos descartar esse cenário.



Considerando a ampla distribuição geográfica do beijo romântico-sexual na Antiguidade, acreditamos que o beijo teve múltiplas origens.





E mesmo que alguém procurasse um único ponto de origem do beijo, teria que buscá-lo milênios atrás, em tempos pré-históricos.




Um estudo antropológico recente mostrou que o beijo romântico-sexual não é universal.



No entanto, existe documentação escrita antiga sugerindo uma tendência para sua prática em sociedades com hierarquias sociais complexas.




Isso levanta uma questão sobre o quão amplamente usado era o beijo sexual no mundo antigo, especialmente em sociedades que não podem ser rastreadas porque não usavam a escrita.




Embora algumas sociedades possam não ter praticado o beijo romântico-sexual, argumentamos que ele devia ser conhecido na maioria das culturas antigas, devido a contatos culturais, por exemplo.




Mas se pesquisas futuras mostrarem que o beijo na boca não pode ser considerado quase universal no mundo antigo, será interessante considerar as razões pelas quais essa não era uma prática comum.





Surpreendentemente, a história e a cultura do beijo são complexas, com muitos aspectos ainda a serem revelados.






FONTE :

Author : Sophie Lund Rasmussen

Sophie Lund Rasmussen é pesquisadora de pós-doutorado na Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Author : Troels Pank Arbøll

Troels Pank Arbøll é professor assistente de assiriologia na Universidade de Copenhage, na Dinamarca.

domingo, 29 de março de 2026

ORGASMO FEMININO EM 21 LIÇÕES


ORGASMO, O DA MULHER

(Tom Poulton (1897 – 1963, English) 

Assunto controverso esse, desde o famoso Relatório Kinsey, que escancarou (epa!) a sexualidade e abriu portas (epa, epa!) para novos estudos e para, enfim, a liberação total do fato de que mulheres gozam, sim. E muito!

Mas o gozo feminino é diferente do gozo do homem, claro. Podem até dizer que seja mais, digamos, incrementado. Isso, no entanto, é difícil de provar. Só se sabe que é diferente, como diz o artigo abaixo, que transcrevo do site GUIA DE MULHER (link ao final do texto). É um pouco longo, mas também é mais longo o prazer feminino, como poderão constatar:

ORGASMO EM 21 LIÇÕES

O clímax feminino vem em ondas; o masculino, em picos. Quanto mais rico o parceiro, maior a excitação da mulher. É possível ter 222 orgasmos múltiplos — e sem fingir! A seguir, descobertas incríveis sobre o seu prazer.

(Apollonia Saintclair - throug and through)


1. Sincronia imperfeita

Um homem leva, em média, dez minutos para chegar lá. Já a mulher precisa do dobro de tempo... No entanto, o clímax masculino tende a ser mais curto do que o feminino, que pode durar de três a 15 segundos.



2. Sentido profundo

A palavra orgasmo vem do grego orgasmós, que significa "inchar devido à umidade, ficar excitado ou ansioso".



3. Baba de moça

Pouquíssimas mulheres conseguem ejacular. Quando isso acontece, liberam menos de 5 mililitros (ou seja, 1 colher de chá) de fluido claro e doce.



4. Tiro orgástico

Em um torneio de masturbação na Dinamarca, a maior distância alcançada por uma ejaculação feminina foi de 3 metros.



5. Estatística da cama

Setenta por cento das mulheres só conseguem ir aos finalmentes com estimulação clitoriana.



6. Sortudas

Apenas uma em cada dez mulheres tem o privilégio de experimentar orgasmos múltiplos. E quem tem não economiza. O recorde nessa arte foi registrado em 2009, de novo, na Dinamarca: 222 orgasmos seguidos!



7. Tsunami de prazer

Pesquisas indicam que a excitação máxima dos bonitões é parecida com a feminina. A diferença é que a dele consiste em um único pico, enquanto a nossa vem em ondas que vão em direção ao abdômen. Especialistas acreditam que esse movimento ajuda a levar os espermatozoides aos óvulos. Na menstruação, as contrações viajam na direção oposta.



8. Tempo inimigo

Quanto mais velha, mais curtos são seus orgasmos.



9. Desejo na cabeça

A cantora Lady Gaga garante ter orgasmos com o poder da mente. Verdade ou não, em uma coisa ela está certa: o prazer não ocorre no clitóris, mas no cérebro. Em teoria, seria possível até estimular as áreas cerebrais responsáveis pelo prazer como uma música, imagem, pílula ou até chip. Pena que ainda não inventaram esse brinquedo maravilhoso. Mas, mesmo que a ciência não tenha ido tão longe, a natureza nos deu a capacidade de chegar láhhh em sonhos. Eles criam uma ilusão de estimulação física tão poderosa que você atinge o ápice sem nem precisar ser tocada.


10. Caras e bocas

Já notou que é impossível controlar suas expressões faciais no momento do nirvana? Isso acontece porque as partes do cérebro responsáveis pelo prazer e pela dor são estimuladas ao mesmo tempo nessa situação.



11. Não dói nada!

A propósito, quando está absorta no clímax, você fica bem menos sensível à dor. É por isso que só percebe o estrago que o tapete fez na sua pele bem depois de ter rolado horas a fio nele...


12. Terapia relaxante

O orgasmo também faz a mulher desligar a área do cérebro responsável pelo medo e pela ansiedade. Por isso, uma sessão de sexo é a melhor resolução para uma briga daquelas.



13. Doce remédio

É oficial: chegar ao clímax faz bem à saúde. Os benefícios incluem aumento da longevidade, melhora no sistema imunológico, diminuição das chances de ter um câncer ou um ataque cardíaco.



14. Ginástica sexual

Um orgasmo queima apenas 2 ou 3 calorias. A boa notícia é que, durante uma "rapidinha", você gasta cerca de 50.



15. Prevenção sexy

Quanto mais um homem faz sexo, menores as chances de ter câncer de próstata. O que vocês dois estão esperando?!



16. Mon amour

Em francês, a expressão la petite mort, a pequena morte, é metáfora para o clímax. Ela também pode significar libertação espiritual ou transcendência.



17. Efeito duradouro

O corpo feminino demora de 15 a 30 minutos para voltar ao ritmo normal depois de uma sessão de sexo. Já para os homens, a excitação acaba no minuto em que eles ganham a corrida... Isso explica muita coisa, certo?




18. Estraga-prazeres

Cerca de 5% das pessoas no mundo são fisicamente incapazes de chegar ao orgasmo. Entretanto, o número de mulheres que não conseguem obtê-lo na relação sexual pode chegar a 20%.



19. Atriz perfeita

Felizmente, o número de mulheres que fingem na cama vem caindo: agora são 15%. Será que você faz parte desse time? Pode parar! Seu amor vai ficar crente que está arrasando e nunca saber o que você curte de verdade.


20. Volta ao mundo em 80 orgasmos

O que você diz quando está prestas a chegar lá? Para as portuguesas, a expressão mais usada é "Ai, que me vem!" As americanas gritam "I’m coming! I’m coming!" As francesas, "Je viens". As alemãs, "Ich kamme". As italianas, "Arriva, arriva". As espanholas, "Estoy corriendo". No Japão e em Israel, o mais normal é anunciar o fato depois que já aconteceu. Se diz "I tchatta yo" e "Ani gomeret", respectivamente.



21. Satisfação interesseira

Quanto maior o saldo bancário dele, mais frequentes e intensos são os arroubos de prazer feminino. Isso quer dizer que o dinheiro automaticamente transforma qualquer macho em expert na cama? Na-na-ni-na-não. Pesquisadores ingleses explicam que um mecanismo evolutivo inconsciente faz com que as mulheres gostem mais de transar com homens capazes de sustentá-las e proteger os filhos.



22. Diga-me como anda...

E direi como você é na cama! Algumas características anatômicas que tornam o sexo mais gostoso podem ser identificadas por meio do seu caminhar. Passos largos e ligeiro rebolado, por exemplo, indicam que você tem mais flexibilidade para chegar lá.



23. Músculo do sexo

Um estudo italiano indicou que andar de salto ajuda a relaxar e fortalecer os músculos da região pélvica. De acordo com a pesquisa, é preciso que o salto seja confortável e não ultrapasse 7 centímetros. Seu amor nunca mais vai reclamar quando você aparecer com um novo par...




Fonte:

UM BEIJO É SEMPRE UM BEIJO E SEMPRE ESQUENTA EM BAIXO

Beijar é bom, muito bom. Mas, quando surgiu o beijo? Quando nós, os humanos, começamos a nos beijar e nos excitar com o beijo? Questão difíc...